

SÚPLICA AOS CÉUS!(Pmt/68) - RepublicaçãoVasto, vasto... vasto céu! Abra a cortina do seu azul Deixe cair estrelas douradas sobre nossa terra tão maltratada! Nosso povo chora ausências, Nossas vidas estão sem vida, Nossas florestas incendiadas Morrem lentas e sem guarida! Desgoverno, chave mestra Propulsora dos dissabores Da nossa Nação/Brasil! Não há luz, não há água e, tampouco, pão! Só importa, a reeleição! Tristeza e fome assolam O nosso povo, em solidão. Há quem fuja disso tudo. A maioria, fugir, pode não! "Desidério” far-se-á sonho À próxima geração! (?) Dentro de nós... somos nada... Ficção? Somos presentes e passados Sempre iguais, como ferida que não sara! Diferenças de verbo, quem somos E onde estamos? – Na terra sem lei. . . e Leis... para soberanos! Quero ir não sei para onde, pois, A terra que habito, calou o grito De infecundo cansaço! Vou para onde eu puder ser, Sem dúvida, onde ainda há ideais, Sem choro e desolação! Isso tudo, talvez faça-me esquecer A falsa luz que nesse tempo Me guiou, e/ou seja, uma grande Soma de desilusões!
edidanesi
Enviado por edidanesi em 11/08/2026
Alterado em 11/08/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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