![]() HÁ TEMPO...
(Ps/400) Há tempo... Muitas vezes, morri, Mataram-me quantas vezes, nem sei. Só sei que sobrevivi, ressuscitei E estou aqui. Há tempo... Me encantei pelo amor, Intenso, mesmo indefinido e frágil Sem saber. Amei freneticamente numa entrega total, No alvorecer da vida, Na leveza das jornadas tão curtas, Sem leme e apenas, sonho com o momento no Espírito da alma embriagada de amor, Seguindo vontades do desejo. Deixar viver-me sem nunca isso morrer Na loucura das horas sem pensar no amanhã, Como um animal vadio, no cio. Há tempo... O indefinido corre definido, No esgotamento da alma e dos sonhos desfeitos, No vácuo da realidade momentânea, Na velocidade do pensamento, No horizonte e no auge da visão em Travessia! edidanesi
Enviado por edidanesi em 16/10/2017
Alterado em 21/11/2017 Copyright © 2017. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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